Pacto Global da ONU

A B3 foi a primeira bolsa do mundo a aderir ao Pacto Global da ONU, em 2004. Nesse âmbito, é também membro do Conselho Orientador da Rede Brasil (CORB). Desde 2017, a B3 integra o Conselho de Administração da Rede Brasil do Pacto Global.

O Pacto Global é uma iniciativa criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas estratégias de negócio e operações dos seus 10 princípios universais nas áreas de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção e desenvolvimento de ações que contribuam para o enfrentamento destes desafios.

De acordo com a política do Pacto Global, as empresas devem comunicar seus progressos em relação aos 10 Princípios do Pacto Global anualmente por meio do COP (Comunicação de Progresso), no site internacional do Global Compact.

Princípios para o Investimento Responsável (PRI)

Em 2010, a B3 aderiu ao Principles for Responsible Investment (PRI). Esta é uma iniciativa da ONU, destinada a grandes gestores de recursos e demais agentes do mercado financeiro, em prol do investimento responsável. Como signatária do PRI na categoria de “Prestador de Serviços”, a B3 busca estimular investidores e companhias listadas a reportarem suas iniciativas socioambientais ao mercado.

Sustainable Stock Exchanges (SSE)

Sustainable Stock Exchanges (SSE) é uma iniciativa  para bolsas de valores,  liderada pelo PRI, pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI) e pelo Pacto Global (UNGC), que se propõe, através do diálogo com investidores, companhias e reguladores, a promover o investimento responsável de longo prazo e trabalhar pela performance e divulgação de informações ambientais, sociais e de governança corporativa junto às empresas listadas.

A SSE foi lançada durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – a Rio + 20 –  em 2012, no Rio de Janeiro,  tendo a B3, a NASDAQ OMX, a Johannesburg Stock Exchange (JSE), a Istanbul Stock Exchange (ISE) e a Egyptian Exchange (EGX)  como signatárias fundadoras. A cada dois anos, publica um relatório de progresso, o Report on Progress, sobre as iniciativas de sustentabilidade  em grandes bolsas de valores ao redor do mundo.

Clique aqui para acessar todas as publicações da SSE

Sustainability Working Group da Federação Mundial de Bolsas (SWG–WFE)  

A B3 integra desde sua criação, em 2014, o Sustainability Working Group (SWG) da World Federation of Exchanges (WFE), que tem como objetivo a construção de um consenso sobre finalidade, praticidade e relevância dos critérios de sustentabilidade nas bolsas de valores. O grupo atua por meio de pesquisas, promoção de debates e recomendações a todos os seus participantes.

O WFE Sustainability Principles’ representa a evolução do envolvimento dos membros do WFE com a sustentabilidade e constitui uma declaração formal da WFE e dos seus membros para assumir um papel de promover a agenda de financiamento sustentável. Nele, foram definidos os princípios básicos de sustentabilidade que os membros da WFE devem promover.

Ring the Bell for Gender Equality

A B3 participa, desde 2017, do  Ring the Bell for Gender Equality, ocasião em que bolsas de valores ao redor do mundo tocam a campainha simbolicamente com o objetivo de chamar a atenção para o papel central que o setor privado pode desempenhar na promoção dessa pauta. Este evento acontece anualmente desde 2015.

UN Women’s Empowerment Principles (WEPs) 

A B3 tornou-se signatária, em 2017, do Women’s Empowerment Principles (WEPs), sendo a primeira bolsa signatária das Américas e a sexta do mundo a aderir. Esta é uma iniciativa conjunta da ONU Mulheres e do Pacto Global, que auxilia o setor privado a promover igualdade de gênero no ambiente de trabalho, no mercado e na comunidade.

TCFD 

A Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), é uma iniciativa empresarial criada pelo Financial Stability Board (FSB), com foco nos países do G20.

O objetivo de estabelecer recomendações para que o sistema financeiro possa solicitar de seus clientes informações estruturadas sobre os riscos climáticos decorrentes de suas atividades.

A B3 esteve presentes nas discussões da TCFD desde o primeiro draft e expressou o seu apoio às recomendações da TCFD através da assinatura de dois documentos: 

Compromissos e representações institucionais