19/06/2026

Selic cai: cursos da B3 Educação ajudam brasileiros a entender o impacto dos juros no dia a dia

Com corte definido na última reunião do Copom, cenário reforça a importância da educação financeira para interpretar o que está por trás das decisões econômicas


São Paulo, 19 de junho de 2026 – A redução da taxa Selic para 14,25% ao ano, anunciada pelo Copom na última quarta-feira, não muda apenas o patamar de juros da economia, mas também mostra um movimento cada vez mais presente: a necessidade de entender melhor como essas decisões impactam a vida financeira das pessoas.

Na prática, a Selic funciona como o principal referencial do custo do dinheiro no país. Quando essa taxa muda, os juros cobrados em empréstimos, financiamentos e cartões de crédito tendem a acompanhar esse movimento, tornando o crédito mais caro ou mais acessível ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, a Selic também influencia diretamente os rendimentos dos investimentos, especialmente os de renda fixa, que passam a oferecer retornos diferentes conforme o nível dos juros. Por isso, acompanhar a trajetória da taxa ajuda a entender tanto o custo de tomar decisões financeiras quanto as oportunidades de fazer o dinheiro render melhor em diferentes cenários.

“Movimentos como a decisão sobre a Selic mostram como a economia impacta diretamente o dia a dia das pessoas. Por isso, a B3 tem como prioridade ampliar o acesso à educação financeira, ajudando mais brasileiros a entender esse cenário e a tomar decisões com mais clareza e autonomia ao longo do tempo”, afirma Bruna de Caro, Diretora de Marketing e Educação na B3.

Conheça cursos gratuitos para começar a entender esse cenário

Para quem quer se aprofundar, a B3 Educação reúne cursos gratuitos e online que ajudam a construir essa base de conhecimento:

Por onde começar?

O cenário reforça a importância de desenvolver algumas bases de entendimento que ajudam a lidar melhor com mudanças na economia:

  • Entender o papel da Selic na economia

Saber por que os juros sobem ou caem ajuda a entender como decisões do Banco Central chegam até o seu dia a dia - do crédito ao custo de vida.

  • Diferenciar o que muda agora e o que leva mais tempo

Nem toda mudança na taxa tem efeito imediato, e saber disso evita conclusões precipitadas.

  • Entender a relação entre risco e retorno

Quando o cenário muda, a forma de olhar para escolhas financeiras também muda, e isso exige mais atenção.

  • Evitar decisões no impulso

Em momentos de incerteza, aumenta o volume de informação e a tendência de agir rápido. Parar para entender antes faz toda diferença.